De repente toda magica se acabou
E nossa casinha apertada
Tá faltando graça tá faltando espaço
Tô sobrando num sobrado sem ventilador
[...]
Com duas conchas nas mãos,
vem vestida de ouro e poeira
Falando de um jeito maneira
Da lua, da estrela e de um certo mal,
Que agora acompanha teu dia
E pra minha poesia é o ponto final
É o ponto em que recomeço,
Recanto e despeço da magia que balança meu mundo!
Bailarina, soldado chumbo...
Beijo e dor...
Nossa casinha vazia
Parece pequena sem teu balé
Sem teu café requentado
Soldado de chumbo nao fica de pé!
(O Teatro Mágico)
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